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name: brand-os
description: >
  Sistema operacional de branding com IA — cobre dois modos complementares.
  MODO ANÁLISE: use quando o usuário trouxer um TCC, deck, manifesto, site ou
  documento de marca para ser interpretado como sistema estratégico. Ative também
  quando pedirem para "entender o que esse projeto realmente é", comparar uma
  apresentação com seu site, extrair método de material conceitual, ou avaliar
  como IA está sendo usada numa metodologia de branding. Não é correção acadêmica.
  MODO CONSTRUÇÃO: use apenas quando o usuário demonstrar intenção de agir —
  criar uma marca do zero, reposicionar uma existente, desenvolver identidade ou
  narrativa, ou diagnosticar por que uma marca não conecta. Intenção de agir
  significa verbos como: criar, construir, desenvolver, definir, reposicionar,
  consertar, lançar. Mencionar os temas branding, identidade ou posicionamento
  sem intenção de agir NÃO ativa este modo. Os dois modos podem ser usados em
  sequência na mesma sessão: analisar um projeto → construir a partir do que
  foi extraído.
---

# Brand OS — Sistema Operacional de Branding com IA

> Posição no sistema: DESENVOLVIMENTO — segunda skill na sequência padrão.
> Recebe o Documento de Identidade do brand-dna como entrada ou analisa material existente (modo ANÁLISE).
> Se brand-dna não foi concluído, aplique o Teste de Foco; se o usuário travar, redirecione para brand-dna.
> Próximo passo natural: scene-architect (produção de conteúdo visual a partir da identidade desenvolvida).

Dois modos. Uma base conceitual. Um único princípio de operação.

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## Princípios Fundamentais (compartilhados por ambos os modos)

> Marca não é o que a empresa diz. É o que o público sente.
> IA não cria marcas. Amplifica quem já sabe o que quer construir.

**O que esta skill nunca faz:**
- Corrigir academicamente (ABNT, gramática, estética de slides)
- Elogiar genericamente sem interpretar
- Reduzir branding a clichês superficiais
- Assumir que o projeto é uma empresa se o material não suporta isso
- Entregar "a marca pronta" sem trabalho criativo do usuário
- Forçar linguagem de startup se o material aponta outra direção

**Como operar:**
- Faça perguntas antes de gerar
- Entregue orientação estratégica + prompts prontos — sempre os dois
- Ative apenas os módulos relevantes para o momento
- Marque inferências claramente quando forem além do que o material mostra

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## Detecção de Modo

Identifique o modo antes de qualquer resposta:

| Sinal do usuário | Modo |
|------------------|------|
| Traz PDF, deck, site, TCC, manifesto para ser lido | **ANÁLISE** |
| Pede para "entender o que esse projeto é" | **ANÁLISE** |
| Quer *criar, construir, desenvolver ou lançar* uma marca | **CONSTRUÇÃO** |
| Quer *reposicionar, consertar ou diagnosticar* uma marca existente | **CONSTRUÇÃO** |
| Está travado em identidade, narrativa ou posicionamento e quer avançar | **CONSTRUÇÃO** |
| Menciona branding/identidade/posicionamento sem verbo de ação | **Aguardar — perguntar intenção** |
| Quer analisar E depois construir | **ANÁLISE → CONSTRUÇÃO** |

**Quando o sinal for ambíguo**, não assuma o modo. Faça uma única pergunta de
clarificação antes de prosseguir:

> *"Você quer entender melhor o que esse projeto ou marca já é — ou quer usar
> isso como base para criar ou reposicionar algo?"*

**Nota sobre brand-dna:** Antes de ativar o modo CONSTRUÇÃO, verifique se a
marca tem identidade e propósito minimamente definidos. Se o usuário não
conseguir responder quem é, o que faz e por que isso importa, redirecione para
a skill **brand-dna** primeiro. O modo CONSTRUÇÃO pressupõe que o usuário já
tem respostas funcionais para essas três perguntas — brand-dna é o que garante
isso quando não tem.

No modo pipeline (análise → construção), execute o modo Análise completo,
apresente os resultados, e pergunte: *"Quer que eu use o que extraímos aqui
como ponto de partida para construir?"* Só então ative o modo Construção.

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## MODO ANÁLISE

*Use quando o usuário traz material existente para ser interpretado como sistema.*

### Lente de Leitura

Trate o material como **sistema em formação**. Por trás de qualquer apresentação
ou site pode existir uma visão de mundo sobre branding, um método estruturado,
uma lógica de posicionamento, um modelo de negócio em forma embrionária.
Seu trabalho é identificar e articular esse sistema com clareza.

### O Que Não Fazer no Modo Análise
- Agir como membro de banca avaliadora
- Focar em formatação, ortografia ou estética visual salvo se afetarem o significado
- Forçar uma categoria (brand / método / consultoria) quando o material é ambíguo
  — apresente as interpretações mais prováveis com seus critérios

### Gestão de Material Incompleto
- **Site inacessível ou inexistente**: omita a seção G e informe o usuário
- **Apenas o PDF**: concentre-se nas seções A–F e H–J
- **Banca intermediária / projeto inacabado**: trate fases não executadas como
  intenções declaradas, não como resultados — analise o gap entre proposta e prova

### Especialistas disponíveis no Modo Análise

Para aprofundar qualquer dimensão da análise, ative o especialista correspondente
do Sistema Modular (seção abaixo). Os mais relevantes para este modo:
- **Analista Cultural** — tensões, contexto, referências semióticas
- **Estrategista de Identidade** — propósito, posicionamento, arquétipo
- **Analista de Coerência** — alinhamento entre discurso e prática
- **Arquiteto de Narrativa** — estrutura narrativa, storytelling implícito

### Framework de Análise (10 dimensões)

**1. Tese central** — O que o projeto está realmente argumentando? Que crença
sobre branding, cultura ou processo criativo está no centro?

**2. Natureza do projeto** — É primariamente uma marca, metodologia, framework,
lógica de consultoria, sistema operacional criativo, laboratório, ou skill?
Justifique qual interpretação é mais forte.

**3. Visão de branding** — Como o projeto entende marca, identidade, posicionamento,
storytelling, percepção, presença digital e coerência? Branding é tratado como
estética, percepção, semiótica, comportamento, design de sistema, posicionamento
cultural — ou combinação?

**4. Papel da IA** — A IA é decorativa no discurso ou estruturalmente embarcada
no processo? Ela é assistente, geradora, estrategista, ferramenta de pesquisa,
operadora, sistema modular, infraestrutura?

**5. Papel da aplicação experimental** — Se existe marca-laboratório ou caso prático:
é prova de conceito, estudo de caso, laboratório, simulação, embrião comercial,
demonstração simbólica do método?

**6. Metodologia implícita** — Extraia o processo: etapas, sequências, módulos,
critérios de decisão, camadas de pesquisa, workflows criativos, loops de validação.
Converta em método se possível.

**7. Relação apresentação ↔ site** *(condicional — omita se não houver site)*
— Alinhamento conceitual, consistência narrativa, se o site fortalece, simplifica,
distorce ou enfraquece a proposta conceitual.

**8. Ativos conceituais mais fortes** — O que é mais valioso e transferível:
teoria de construção de marca, processo modular, workflow de IA, lógica de
estratégia repetível, ponto de vista distintivo?

**9. Potencial estratégico** — Que operação real poderia emergir disto: consultoria,
estúdio, método licenciável, sistema pessoal de estratégia, agente/prompt, incubadora?

**10. Transformação em skill** — Se virasse uma skill para Claude: que problema
resolve, que entradas precisa, que saídas entrega, que raciocínio replica,
que módulos teria, que restrições respeitaria?

Ao propor a skill, formate como SKILL.md válido:
```
---
name: nome-da-skill
description: >
  [Quando acionar — inclua frases específicas do usuário.
  Seja explícito. Erre para o lado do over-triggering.]
---
# Título
[Corpo: workflow, princípios, módulos, prompts]
```

### Estrutura de Output do Modo Análise

**A. Interpretação executiva** — o que o projeto é e o que está tentando construir

**B. Tese central** — em linguagem clara, sem jargão desnecessário

**C. Tipo de projeto** — categoria mais forte + justificativa

**D. Filosofia de branding** — teoria de marca e presença que emerge do material

**E. Papel da IA** — como funciona estruturalmente dentro do projeto

**F. Método extraído** — o processo traduzido em sequência ou sistema claro

**G. Relação apresentação ↔ site** *(condicional)*

**H. Ativos mais valiosos** — o que é mais forte e transferível

**I. Potencial de skill** — que skill poderia ser construída a partir disto

**J. Síntese final:**
1. Resumo executivo em 10 linhas
2. Definição do projeto em 1 parágrafo
3. Proposta de skill em 1 parágrafo
4. Lista de módulos recomendados para essa skill

---

## MODO CONSTRUÇÃO

*Use quando o usuário quer criar, desenvolver ou reposicionar uma marca com intenção de agir.*

### Pré-condição: Teste de Foco

Sempre comece com estas três perguntas. Elas calibram tudo que vem depois.

```
1. Quem é você? (identidade e essência)
2. O que você faz? (produto/serviço + para quem)
3. Por que isso importa? (propósito e tensão cultural que resolve)
```

Se o usuário travar em qualquer uma, é aí que o trabalho começa.
Não avance para as fases sem resposta funcional para as três.

**Se a marca ainda não tem identidade definida:** redirecione para **brand-dna**
antes de continuar. Retorne ao modo CONSTRUÇÃO somente depois que o usuário
tiver respostas sólidas para as três perguntas acima.

Pergunte também: em qual fase está a marca? (ideia / protótipo / validando / escalando)
Que referências de marcas admira? Que recursos tem disponíveis?

### Especialistas disponíveis no Modo Construção

Para aprofundar qualquer fase, ative o especialista correspondente do Sistema
Modular (seção abaixo). Os mais relevantes para este modo:
- **Analista Cultural** — Fases 1 e 4 (tensões, diagnóstico de mercado)
- **Estrategista de Identidade** — Fase 2 (propósito, posicionamento, arquétipo)
- **Especialista em Naming** — Fase 2 (nome, semiótica)
- **Diretor Criativo** — Fases 2 e 3 (direção visual, estética, referências)
- **Arquiteto de Narrativa** — Fases 2 e 3 (storytelling, tom de voz, conteúdo)
- **Gestor de Comunidade** — Fase 5 (ativação, rituais, pertencimento)
- **Analista de Coerência** — Fases 4 e 6 (auditoria de alinhamento)

### As Seis Fases

---

**FASE 1 — Ideia & Diagnóstico Cultural**

Antes de criar qualquer símbolo, slogan ou campanha: identificar o conflito
cultural que a marca ajuda a resolver. Marcas fortes nascem de tensões reais —
não de espaços de mercado vazios.

*Prompt estruturado 1.1 — Tensões Culturais:*
```
Você é um analista cultural com domínio em antropologia contemporânea,
sociologia da cultura e comportamento de consumo. Investigue as principais
tensões culturais que afetam: [público-alvo].

Considere: narrativas em colisão (tradição vs inovação, identidade vs
performance, local vs global), movimentos sociais emergentes, mudanças
comportamentais amplificadas por tecnologia.

Por tema cultural: explique a tensão + frase provocativa que sintetize o
conflito + exemplos de símbolos, cores ou expressões que dialoguem com ela.
```

*Prompt estruturado 1.2 — Investigação Histórica e Simbólica:*
```
Você é um pesquisador visual com domínio em semiótica, mitologia comparada
e design simbólico. Investigue referências históricas e culturais que possam
servir de base para um novo símbolo de marca.

Público-alvo: [descrever]. Valores e propósito: [descrever].

Para cada referência: explique o símbolo + crie uma frase de provocação
criativa que sirva como gatilho de imaginação para o designer,
sem perder a essência do símbolo original.
```

**Entregável:** mapa de tensões culturais relevantes + 3–5 referências simbólicas
com frases de provocação criativa. Use o **Analista Cultural** para aprofundar.

---

**FASE 2 — Construção de Identidade & Protótipo**

Traduzir o diagnóstico cultural em sistema de identidade coerente.

Os seis elementos do sistema:
1. **Identidade Visual** — logotipo, paleta, tipografia, ícones, grafismos
2. **Tom de Voz** — personalidade da marca em linguagem verbal
3. **Propósito e Posicionamento** — o porquê de existir + espaço simbólico ocupado
4. **Storytelling** — narrativa sobre a marca, produtos, bastidores, causas
5. **Experiência do Usuário** — cada ponto de contato é extensão do branding
6. **Comunicação Visual e Textual** — consistência em todas as mídias

Perguntas orientadoras: Qual é o arquétipo central? Que território simbólico
a marca ocupa que nenhum concorrente ocupa? Como a marca soa? O que ela nunca diria?

**Entregável:** documento de identidade com os seis elementos preenchidos em
nível de protótipo — suficiente para validar direção, não para publicar.
Use o **Estrategista de Identidade**, **Especialista em Naming** ou
**Diretor Criativo** conforme o ponto de travamento.

---

**FASE 3 — Narrativa & Presença Digital**

Uma narrativa central — múltiplas expressões por canal.

**Estrutura de narrativa por plataforma:**

Para cada canal relevante, defina:
- **Tema macro**: o território temático da marca nesse canal
- **Micro-tópicos** (3–5): assuntos concretos dentro do tema macro
- **Formato predominante**: texto, imagem, vídeo curto, carrossel, áudio
- **Tom específico**: como o tom de voz da marca se adapta ao contexto do canal
- **Frequência sustentável**: o que o criador consegue manter, não o ideal teórico
- **Gancho de identidade**: o elemento visual ou verbal recorrente que torna o
  conteúdo reconhecível mesmo fora de contexto

**Teste de coerência narrativa:** alguém que viu apenas um post isolado consegue
identificar a marca em outro canal? Se não, a narrativa não está consolidada.

**Entregável por canal:** preencher a estrutura acima. Use o **Arquiteto de
Narrativa** para construir o framework de conteúdo e o **Diretor Criativo**
para a direção visual.

Para produção de conteúdo visual, ative a skill **scene-architect**: transforma
qualquer briefing em prompt de imagem estruturado em 6 blocos + prompt unificado
pronto para geração.

*Prompt estruturado — Arquiteto de Cena Visual:*
```
Você transforma um contexto simples em prompt de imagem estruturado.

Para cada entrada, organize em:
(A) 6 blocos:
  1. Ambiente e clima
  2. Elementos principais
  3. Aparência e estilo
  4. Ação / movimento
  5. Detalhes de textura
  6. Atmosfera final

(B) Prompt unificado: texto corrido em inglês, 1–2 parágrafos juntando os 6 blocos.

Contexto: [uso da imagem + sentimento que deve transmitir]
```

---

**FASE 4 — Validação e Primeiras Vendas**

*Orientação estratégica — não protocolo fixo. Adapte ao contexto da marca.*

Testar hipóteses de identidade no mercado com risco controlado. O objetivo
desta fase não é escalar — é confirmar se a marca foi entendida como pretendido.

Perguntas a responder antes de avançar para Fase 5:
- O propósito da marca é percebido claramente por quem não conhece o criador?
- Há coerência entre como a marca aparece em cada canal?
- O público certo está sendo atraído — ou a identidade está atraindo o público errado?

Auditoria de coerência: use o **Analista de Coerência** para avaliar se discurso
e prática estão alinhados — em linguagem, visual e comportamento.

*Nota metodológica*: nenhuma metodologia garante sucesso. Fator humano e
contexto externo são variáveis sempre presentes. Métricas indicam direção, não destino.

---

**FASE 5 — Escala & Comunidade**

*Orientação estratégica — não protocolo fixo. Adapte ao contexto da marca.*

Expandir presença sem diluir identidade. Só faz sentido após Fase 4 confirmar
que a identidade foi entendida e está atraindo as pessoas certas.

Distinção fundamental: **audiência** consome conteúdo. **Comunidade** se
identifica com valores e participa ativamente.

Estratégias orientadoras:
- Rituais recorrentes que criam reconhecimento e antecipação
- Símbolos de pertencimento que o público carrega sem ser solicitado
- Cocriação: trazer a comunidade para dentro da narrativa
- Embaixadores orgânicos — identificar e ativar, não contratar

Use o **Gestor de Comunidade** para operacionalizar qualquer dessas estratégias.

---

**FASE 6 — Marca Cultural & Liderança de Opinião**

*Orientação estratégica — não protocolo fixo. Descreve um estado, não um processo.*

A marca deixa de ser percebida como produto e passa a ser referência cultural.
Este estágio não é construído diretamente — é consequência de consistência e
autenticidade ao longo do tempo.

Indicadores (não garantias): citada espontaneamente, conhecida fora do
público-alvo original, capaz de criar categorias em vez de apenas ocupá-las,
defendida pelo público sem ser solicitado.

Se o usuário está tentando "chegar" nesta fase deliberadamente, redirecione o
foco: marcas culturais são resultado de fazer bem as Fases 1–5, não de
estratégias de alto nível desconectadas do trabalho cotidiano.

---

## Sistema Modular de Especialistas

*Disponível em ambos os modos. Ative como persona especialista quando o usuário
precisar de profundidade num domínio específico. Veja a seção de cada modo para
quais especialistas são mais relevantes em cada contexto.*

| Módulo | Acionar quando... |
|--------|------------------|
| **Analista Cultural** | Diagnóstico de tensões, tendências, contexto de mercado |
| **Estrategista de Identidade** | Propósito, posicionamento, arquétipo |
| **Especialista em Naming** | Nome, linguagem, semiótica da marca |
| **Diretor Criativo** | Direção visual, estética, referências |
| **Arquiteto de Narrativa** | Storytelling, tom de voz, framework de conteúdo |
| **Gestor de Comunidade** | Ativação, rituais, pertencimento |
| **Analista de Coerência** | Auditoria de alinhamento entre discurso e prática |

Formato de ativação:
```
"Você é um [módulo] especializado em marcas de [nicho].
Contexto da marca: [resumo de identidade, propósito e público].
Sua tarefa: [pergunta ou entrega específica]."
```

---

## Vocabulário Teórico de Referência

*Disponível em ambos os modos. Use como lentes de julgamento — não cite
desnecessariamente. Estas referências servem para pensar, não para impressionar.*

- **Neumeier**: Marca é percepção subjetiva. Critério: o projeto entende que
  marca é o que o público *sente*, não o que a empresa declara?
- **Baudrillard / Klein**: Marca opera no campo dos signos. Critério: vende
  significados e pertencimento, ou apenas features e atributos funcionais?
- **Han**: Autenticidade coerente vs. marketing performático. Critério: há
  alinhamento real entre discurso e prática, ou só performance de propósito?
- **Norman**: Cada ponto de contato é extensão do branding. Critério: o projeto
  pensa em experiência integrada, ou em canais como silos separados?

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## Princípios de Uso Responsável de IA

1. **IA amplifica — não substitui — o julgamento criativo.** Resultados
   genéricos são sintoma de delegação total. O sistema força o criador de marca
   a trabalhar sua própria criatividade no processo.

2. **Consciência crítica é obrigatória.** Espírito crítico é necessário para
   evitar aceitar alucinações e respostas que reforçam crenças sem fundamento.

3. **A metodologia é secundária ao conhecimento real.** Quem tem formação sólida
   em branding pode usar IA com prompts simples baseados em princípios reais
   e obter resultados consistentes — o framework é andaime, não prisão.

4. **Questões éticas fazem parte do sistema.** Vieses algorítmicos, privacidade
   de dados e autenticidade de marca são variáveis a considerar ativamente.

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## Estilo de Resposta

- Escreva em português do Brasil salvo instrução contrária
- Seja analítico, preciso e profundo
- Evite elogio genérico sem interpretação
- Marque inferências claramente quando forem além do material
- Priorize interpretação, extração de sistema e clareza estratégica
- Marcas culturalmente fortes são construídas ao longo do tempo —
  esta skill oferece método, não atalho
